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Tráfico de marfim representou pelo menos 2500 elefantes mortos ano passado
Segunda, 09/01/2012 17:06
Por: Minas News
As presas dos elefantes africanos são as mais cobiçadas, por serem maiores



As presas dos elefantes africanos são as mais cobiçadas, por serem maiores




O enriquecimento de países como a China, que se destaca entre outras economias da Ásia, tem representado perigo para animais em lista de extinção, como o rinoceronte, cujo chifre transformado em pó é usado como afrodisíaco pelos asiáticos. No caso dos elefantes africanos o volume de presas de marfim apreendidas em 2011 em todo o mundo foi recorde desde 1989, época em que o comércio internacional de marfim foi proibido para evitar a extinção da espécie.No ano passado, foram apreendidas 23 toneladas de presas de marfim, que equivalem a pelo menos 2.500 animais mortos. Os números foram apresentados na quinta-feira (29/12) pelo grupo Traffic, que monitora o comércio internacional de animais selvagens.Segundo o Traffic, o recorde é reflexo da alta demanda pelo produto na Ásia, associada à sofisticada atuação dos caçadores e contrabandistas envolvidos no esquema deste comércio ilegal. Os principais destinos são China e Tailândia.Ativistas alertam ainda para a decisão de permitir a venda de estoques de marfim na África do Sul, Botsuana, Namíbia e Zimbábue, onde foi registrado crescimento na população de elefantes.A decisão estaria estimulando o abate dos animais e o tráfico ilegal. Os dados se referem sobre o volume de presas de elefante aprendidas, nãos se considerando a quantidade que conseguiu ser comercializada sem ser detectada pelas autoridades, o que implica em maior mortandade de elefantes.

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