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Deleção de Delcídio assusta o PT e põe em risco Lula e o governo Dilma
Quinta, 03/03/2016 15:22
Por: Minas News
A notícia caiu como uma bomba no colo da presidente Dilma e deixou o mundo petista de cabelo em pé. Afinal o senador Delcídio conviveu intensamente momentos dramáticos dos governos Lula e Dilma

Delcidio Amaral está para o Petrolão assim como o ex-deputado Roberto Jeferson estava para o Mensalão. Revelações bombásticas

O senador Delcidio Amaral, do PT, líder do governo da presidente Dilma no Senado até o final do ano passado era um "todo poderoso", gozando da confiança e de livre trânsito nos círculos petistas e governista até que, no dia 25 de novembro passado, foi preso acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

Passou praticamente três meses preso, deixando a carceragem no dia 19 de fevereiro. Neste período ele se sentiu traído e abandonado pelos companheiros petistas e teria feito ameaças de contar o que sabia. Liberto, negou qualquer confissão.

Entretanto informações obtidas pela revista Isto É, que chegou a antecipar sua edição para hoje, dão conta de que o senador aceitou sim fazer um acordo de delação premiada com a força tarefa da Operação Lava Jato.

A notícia caiu como uma bomba no colo da presidente Dilma e deixou o mundo petista de cabelo em pé. Afinal o senador Delcídio conviveu intensamente momentos dramáticos dos governos Lula e Dilma.

A delação, informação confirmada por outros órgãos de imprensa respeitáveis, como a revista Veja e o jornal Estado de São Paulo, ainda deve ser homologada pela Justiça.

No acordo de delação premiada o acusado cita nomes e fatos que pretende citar em seus futuros depoimentos. Esse documento teria 400 páginas e cita nominalmente o ex-presidente Lula como o mentor da tentativa de suborno a Nestor Cerveró e que acabou sendo o motivo da prisão de Delcídio.

Ele ofereceu a Nestor Cerveró uma pensão para sua família caso ele aceitasse fugir do Brasil para não depor na Lava Jato. A conversa foi gravada por um dos filhos de Cerveró e a fita, na mão das autoridades que investigam a Lava Jato deu motivo a prisão de Delcídio.

Cerveró era executivo de alto escalão da Petrobrás entre 1975 e 2014, sendo identificado como o autor de um relatório que levou a empresa a adquirir, em 2006, a refinaria de Passadena ( Passadena Refinery System Inc) situada nos Estados Unidos - negócio que, anos depois, mostrou-se  prejudicial à companhia. O senador Delcídio rememorou detalhes da compra da refinaria de Passadena pela Petrobrás, que pagou valor muito acima do preço de mercado.

Também disse que pelo menos em três ocasiões a presidente Dilma Roussef discutiu com ele estratégias para enfraquecer a Operação Lava Jato.

O advogado de delcídio Amaral, Antônio Figueiredo Bastos nega o acordo de delação.


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