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ATAQUE
Segunda, 07/03/2016 16:05
Por: Benedito Said
Nem sempre o ataque é a melhor defesa. Ao atacar a Polícia Federal, Receita Federal, Ministério Público, como se esses organismos estivessem deliberadamente orquestrando ação contra ele, o prefeito Ruy Muniz expõe mais fragilidade emocional do que racionalidade no enfrentamento de investigações que desaguaram na apreensão de equipamentos médicos que seriam destinados ao Hospital Mário Ribeiro, do grupo educacional do prefeito. Os equipamentos foram comprados na Alemanha pela Amas, que era a antiga Associação de Promoção Social – Apas, ligada à prefeitura e, por tradição, antes era dirigida pela primeira-dama do momento. A Receita Federal achou a aquisição ilegal, pelo que apreendeu equipamentos que valem nove milhões de reais. SOBRA- Durante entrevista coletiva em que exibiu conclusão de que ele e a esposa, deputada Raquel Muniz, são perseguidos, Ruy também abriu metralhadora giratória contra todos os hospitais, apontando que há corrupção. Afirmou que já tinha feito denúncias nesse sentido, inclusive pedindo explicação de como uma pessoa que não tem salário pode ficar como provedor de hospital, sugerindo que o pagamento tem que sair de algum lugar. A contundência contra o Hospital Santa Casa ficou no mesmo calibre dos posicionamentos anteriores.

ATAQUE- Nem sempre o ataque é a melhor defesa. Ao atacar a Polícia Federal, Receita Federal, Ministério Público, como se esses organismos estivessem deliberadamente orquestrando ação contra ele, o prefeito Ruy Muniz expõe mais fragilidade emocional do que racionalidade no enfrentamento de investigações que desaguaram na apreensão de equipamentos médicos que seriam destinados ao Hospital Mário Ribeiro, do grupo educacional do prefeito. Os equipamentos foram comprados na Alemanha pela Amas, que era a antiga Associação de Promoção Social – Apas, ligada à prefeitura e, por tradição, antes era dirigida pela primeira-dama do momento. A Receita Federal achou a aquisição ilegal, pelo que apreendeu equipamentos que valem nove milhões de reais.
SOBRA- Durante entrevista coletiva em que exibiu conclusão de que ele e a esposa, deputada Raquel Muniz, são perseguidos, Ruy também abriu metralhadora giratória contra todos os hospitais, apontando que há corrupção. Afirmou que já tinha feito denúncias nesse sentido, inclusive pedindo explicação de como uma pessoa que não tem salário pode ficar como provedor de hospital, sugerindo que o pagamento tem que sair de algum lugar. A contundência contra o Hospital Santa Casa ficou no mesmo calibre dos posicionamentos anteriores.
VOTO- Resta saber se o posicionamento do prefeito Ruy Muniz pode causar danos eleitorais. Se para o grande público o assunto pode ter pouca importância e até cair nos desvãos da falta de memória, fica no ar a sensação de que há algo de errado no reinado municipal. Quando nada, o prefeito coloca no tablado um universo, que vai de capitães a marujos, que pode atuar contra ele na batalha pela reeleição. Ou isso também não tem importância? Durante entrevista coletiva, o prefeito Ruy Muniz afirmou que “vai ganhar a batalha na moral”, porque “o bem sempre vence o mal”.
MACA- Por outro lado, a Receita Federal agiu muito bem ao destinar o material apreendido para o Hospital Universitário Clemente Faria, da Universidade Estadual de Montes Claros. Como a aquisição partiu de entidade em Montes Claros, houve por bem destinar o material apreendido ao HU, que é público, 100% SUS, e vai atender a região.
RODA- Pior mesmo é saber que o preço da passagem de ônibus deverá ter aumento. Quanto mais perto da eleição, esse tipo de notícia fere o humor da população. Fora isso, o serviço de transporte coletivo, apesar das promessas, continua deficiente.
VOA- O mosquito Aedes aegypti fez estrago considerável também no Hemocentro de Montes Claros. Devido à onda de zika, dengue e chikungunya, foram aplicados os critérios de segurança para que a pessoa seja doadora, o que inclui observação 30 dias antes da doação e 30 dias depois do ato, com restrição a viagens dos doadores para fora do estado de Minas Gerais. Houve queda de até 20% na doação de sangue. Isso é grave.
CURTO- Em época de pouca farinha, meu pirão primeiro. Na Câmara Municipal, além dos relacionamentos entre pares e assessores, cada gabinete terá de cortar despesas. O corte inclui até mesmo restrição a veículos. Por enquanto o facão comerá na parte dos contratados, alguns com gordos salários, mas de alto interesse para os respectivos padrinhos.
ROUBO- O ataque que bandidos têm cometido contra os ônibus que transitam pela BR-365, perto de Buritizeiro, precisa ser contido pela Polícia. É um processo de insegurança que humilha passageiros que saem em viagens intermunicipais e interestaduais. Todo mundo em Buritizeiro e Jequitaí sabe quem são os bandidos, alguns com folha corrida extensa e costas largas.
FIO- A prestação de serviço de telefonia em Montes Claros e pelo país afora continua aquela lástima. Depois do advento do atendimento remoto, a situação parece insustentável. Pedir a troca de endereço é uma dor de cabeça daquelas. Se a pessoa mora sozinha, aí é que a vaca vai para brejo, já que o agendamento nunca é cumprido. Outro problema nessa mesma seara é a de televisão fechada. A Sky, que poderia resolver suas pendências de maneira mais célere, principalmente por ser líder no mercado, não consegue também trocar com agilidade nem endereço de cliente. Um amigo viúvo pediu à Sky que levasse a antena para o prédio ao lado da casa em que sempre morou. Vai esperando.
 

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